Viajar pelo Nordeste: roteiros, praias e destinos
Compare passagens de ônibus e voos para os nove estados do Nordeste e monte a viagem trecho a trecho.

O que fazer no Nordeste
A praia é a porta de entrada mais óbvia e popular, mas há muitas outras coisas incríveis para conhecer no Nordeste. São mais de três mil quilômetros de costa, duas chapadas de trilha e cachoeira, o cânion de um rio que corta a caatinga, o maior conjunto de arte rupestre das Américas e cidades coloniais onde o Brasil começou. Em junho, o interior inteiro para e aproveita o festejo de São João.
Melhores Praias do Nordeste
Cada faixa de costa tem suas características, e vale escolher uma ou duas em vez de tentar percorrer tudo. Os nomes abaixo estão agrupados como se visitam, por proximidade, e não por estado.
- Costa dos Corais, entre Pernambuco e Alagoas: a barreira de corais forma piscinas naturais de Porto de Galinhas a Maragogi, passando pela Rota Ecológica de São Miguel dos Milagres. Base em Recife ou Maceió.
- Litoral Sul da Bahia: Morro de São Paulo e Boipeba se alcançam de catamarã desde Salvador; Itacaré, Ilhéus e Porto Seguro seguem por estrada, com mata atlântica encostada na areia.
- Litoral Potiguar: Pipa ao sul e São Miguel do Gostoso ao norte, com Natal no meio como base. Distâncias curtas, boas para quem tem poucos dias.
- Costa Oeste do Ceará: dunas, lagoas e vento constante de Fortaleza até Jericoacoara, seguindo depois para o Delta do Parnaíba, já no Piauí.
- Litoral Leste do Ceará: falésias vermelhas em Canoa Quebrada e Morro Branco, a pouco mais de duas horas da capital.
- Litoral de Sergipe: o trecho menos rodado da região, com a foz do São Francisco em Brejo Grande e as praias de Aracaju vazias fora da temporada.
- Litoral da Paraíba: Ponta do Seixas, o ponto mais oriental das Américas, e a Praia de Tambaba, a sudeste de João Pessoa.
Trechos de ônibus para o litoral: Recife → Maceió · Maceió → Maragogi · Salvador → Porto Seguro · Salvador → Ilhéus · João Pessoa → Natal · Natal → Fortaleza
Chapadas, cânions e sertão nordestino: qual visitar?
O interior guarda algumas das paisagens mais surpreendentes do país, e quase todas se alcançam de ônibus a partir de uma capital, o que faz delas o complemento natural de um roteiro de praia.

- Chapada Diamantina, na Bahia: cachoeiras, grutas de água azul e o Vale do Pati, uma das travessias mais conhecidas do Brasil.
- Lençóis Maranhenses: dunas com lagoas de água doce que se formam entre julho e setembro. O acesso é por Barreirinhas, a partir de São Luís.
- Cânion do Xingó (São Francisco), entre Alagoas e Sergipe: paredões percorridos de catamarã, com saída de Canindé de São Francisco ou de Paulo Afonso.
- Serra da Capivara, no Piauí: parque nacional com o maior conjunto de arte rupestre das Américas, perto de São Raimundo Nonato.
- Cariri Cearense: a Chapada do Araripe e os sítios fossilíferos em torno de Juazeiro do Norte, no sul do Ceará.
- Chapada das Mesas, no Maranhão: cachoeiras e formações de arenito em Carolina, no sul do estado.
- Vale do Catimbau, em Pernambuco: o segundo maior parque arqueológico do país
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Cidades históricas do nordeste e cultura afro-brasileira
Foi no Nordeste que o Brasil colonial começou, e os casarios continuam de pé em boa parte das cidades. A herança africana aparece na música, na comida e na religião em praticamente todas elas: em alguns lugares como patrimônio tombado, em outros como parte do cotidiano da cidade.

- Salvador e o Recôncavo: o Pelourinho, o Elevador Lacerda e a Igreja do Bonfim na capital; Cachoeira e São Félix logo ali, com a Irmandade da Boa Morte, o samba de roda e os alambiques.
- Olinda e Recife: ladeiras, ateliês e a capital do frevo e do maracatu. O Paço do Frevo e o Cais do Sertão contam essa história em dois museus vizinhos.
- São Luís e Alcântara, no Maranhão: o maior conjunto de azulejaria portuguesa das Américas, com o bumba meu boi como tradição viva.
- Penedo, em Alagoas, e Laranjeiras, em Sergipe: cidades ribeirinhas do São Francisco, coloniais e pouco visitadas.
- Juazeiro do Norte, no Ceará: o maior centro de romaria do país, em torno do Padre Cícero, com xilogravura e cordel no artesanato.
- Marechal Deodoro, em Alagoas: a primeira capital do estado, a meia hora de Maceió.
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Festas e eventos populares do Nordeste
Em algumas datas a cidade inteira muda de ritmo, então organizar a viagem em volta delas também pode ser uma experiência sensacional. São também os períodos em que passagem e hospedagem esgotam mais cedo: para o Carnaval e o São João, três meses de antecedência é o razoável.

- Carnaval de Salvador, Recife e Olinda (fevereiro ou março): trio elétrico na Bahia, frevo e maracatu em Pernambuco, tudo na rua e sem ingressos.
- São João (junho): Campina Grande e Caruaru concentram o maior forró do país, mas o interior inteiro se organiza em torno da festa.
- Lavagem do Bonfim (janeiro) e Festa de Iemanjá (2 de fevereiro): as duas maiores manifestações religiosas de Salvador.
- Bumba meu boi (junho e julho): São Luís e o interior do Maranhão.
- Réveillon nas capitais: shows na orla em Salvador, Recife, Maceió, Natal e Fortaleza.
- Romaria de Juazeiro do Norte (novembro): para os religiosos, essa época permite encontrar e acompanhar centenas de milhares de romeiros no Cariri cearense.
Comidas típicas do Nordeste
A cozinha muda de estado para estado e costuma ser o que mais surpreende quem chega pela primeira vez. No litoral predominam o dendê e o marisco; no sertão, a carne de sol, o queijo coalho e a mandioca em todas as formas.



- Bahia: acarajé, moqueca de dendê, vatapá, caruru e a cocada das baianas de tabuleiro.
- Pernambuco: bolo de rolo, cartola, carne de sol com macaxeira e o caldinho de feijão da praia.
- Ceará: baião de dois, peixe na telha, tapioca recheada e a paçoca de carne de sol.
- Maranhão: arroz de cuxá, torta de camarão e peixe frito com farofa d'água.
- Alagoas e Sergipe: sururu, maçunim e a caranguejada das barracas de praia.
- Em toda a região: tapioca, cuscuz, buchada, queijo coalho na brasa e sucos de cajá, umbu, seriguela e graviola.
Melhores destinos do Nordeste
As nove capitais concentram os aeroportos e as rodoviárias que ligam a região ao resto do país, e todas funcionam como base para destinos menores ao redor. Abaixo, o que caracteriza cada uma e quanto tempo você precisa para conhecer boa parte da cultura com calma.
Salvador

Recife

Maceió

Fortaleza

Natal

João Pessoa

Aracaju

São Luís

Teresina

O maior estado da região e o mais variado: tem o litoral sul de mata atlântica, o Recôncavo canavieiro, a Chapada Diamantina no centro e o sertão do São Francisco a oeste. É também o berço da cultura afro-brasileira: o Pelourinho, as igrejas barrocas, as fitinhas do Bonfim, o candomblé e a capoeira. Em Cachoeira e São Félix, a duas horas da capital, a Irmandade da Boa Morte e o samba de roda seguem vivos.
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O menor estado do Brasil, e talvez por isso o mais fácil de percorrer: dá para conhecer o essencial em três dias sem pressa. Aracaju tem uma das orlas mais bem cuidadas do país, e a poucos quilômetros estão Laranjeiras e São Cristóvão, com igrejas barrocas e praças coloniais que quase ninguém visita. No interior, o Cânion do Xingó guarda a paisagem mais impressionante do estado.
Trechos: Ônibus Salvador → Aracaju · Ônibus Aracaju → Maceió
Se existe um estado que virou sinônimo de água transparente, é este. A Costa dos Corais vai de Maceió até a divisa com Pernambuco, com piscina natural em quase toda a extensão e vilas de pescador que viraram destino sem perder o jeito. No interior, Penedo guarda o casario colonial à margem do São Francisco, e a foz do rio fecha o passeio.
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Poucos estados reúnem tanta coisa diferente em tão pouco espaço. No litoral, o Recife e Olinda dividem a mesma região metropolitana e a mesma vocação para a festa, com Porto de Galinhas a uma hora dali. No agreste, Caruaru é a capital do forró e do barro. E no sertão, Petrolina virou a terra do vinho brasileiro, com parreiral irrigado pelo São Francisco.
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O estado onde o sol nasce primeiro nas Américas, e a capital mais arborizada do país. João Pessoa tem praia urbana, centro histórico colonial e o famoso pôr do sol da Praia do Jacaré. No agreste, Campina Grande recebe em junho o Maior São João do Mundo, com mais de trinta dias de forró. E no litoral sul, Tambaba é uma das poucas praias naturistas do Brasil.
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Dunas por toda parte, e um litoral tão fácil de percorrer que cabe numa viagem curta. Natal fica no meio do caminho: ao sul está Pipa, com as falésias e a Baía dos Golfinhos; ao norte, São Miguel do Gostoso e Galinhos, ainda com cara de vila. O passeio de buggy pelas dunas de Genipabu é praticamente obrigatório.
Trechos: Ônibus João Pessoa → Natal · Ônibus Natal → Fortaleza
O estado das dunas e do vento constante, que fez dele um dos melhores lugares do mundo para o kitesurfe. A partir de Fortaleza, o litoral se abre em duas direções: a oeste, até Jericoacoara, com lagoas de água doce no meio da areia; a leste, até Canoa Quebrada, com falésias vermelhas. No sul, o Cariri reúne romaria, cordel e os sítios fossilíferos da Chapada do Araripe.
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O estado menos visitado do Nordeste, e justamente por isso uma boa surpresa. Tem o menor litoral do Brasil, com apenas sessenta quilômetros, mas neles está o Delta do Parnaíba, único delta em mar aberto das Américas. No interior, a Serra da Capivara guarda o maior conjunto de arte rupestre do continente, com pinturas de mais de vinte mil anos.
Trechos: Ônibus Teresina → Parnaíba · Ônibus Fortaleza → Teresina
O estado da transição entre o Nordeste e a Amazônia, e o único com Lençóis. São Luís é a única capital brasileira fundada por franceses, e tem o maior conjunto de azulejaria portuguesa das Américas. Do outro lado da baía, Alcântara parece ter parado no século XVIII. E a três horas dali começam as dunas dos Lençóis Maranhenses, que entre julho e setembro se enchem de lagoas de água doce.
Trechos: Ônibus São Luís → Barreirinhas · Ônibus Fortaleza → São Luís · Voos Recife → São Luís
Como viajar pelo Nordeste de ônibus
O ônibus é o transporte que de fato conecta a região. As capitais do litoral estão ligadas por linhas diretas com saídas ao longo de todo o dia, e boa parte do interior depende dele, porque não tem aeroporto: Maragogi, Lençóis, Barreirinhas e Juazeiro do Norte têm linha regular saindo da capital mais próxima.
Entre capitais vizinhas, a viagem costuma ser mais rápida e existem várias viagens por dia. Nos trechos longos, o ônibus noturno é a escolha usual: sai depois do jantar, chega de manhã e economiza uma diária em pousadas ou hotéis. Da capital para o interior, como em Salvador → Lençóis ou São Luís → Barreirinhas, quase sempre há saída à noite.
Múltiplas empresas operam rotas na região, entre elas Águia Branca, Expresso Guanabara, Real Alagoas, Progresso e Itapemirim. Na Omio você pode encontrar as principais operadoras para cada rota, com os horários do dia, as paradas, tempo de viagem e o tipo de poltrona.
Voos para o Nordeste
O avião resolve duas situações: a chegada à região, vinda do Sul, Sudeste ou Centro-Oeste, e os saltos longos dentro dela. Ir de Recife a São Luís por estrada consome mais de um dia inteiro e ir de avião é mais rápido. Se você quer passar menos tempo na estrada, esse tempo devolvido permite passar mais tempo conhecendo a região.
As seis principais portas de entrada são os aeroportos de Salvador, Recife, Fortaleza, Maceió, Natal e São Luís, todos com voo direto das capitais do Sudeste. A combinação mais eficiente costuma ser chegar de avião à capital mais próxima do que você quer ver e fazer o resto por terra.
Vale saber onde a passagem antecipada termina. Vilas como Porto de Galinhas, Jericoacoara, Pipa e São Miguel dos Milagres são atendidas por linhas intermunicipais, vans e transfers contratados no destino, e não por passagem rodoviária comprada de antemão. Morro de São Paulo e Boipeba dependem do catamarã que sai do Terminal Náutico de Salvador. Nos roteiros acima, cada etapa diz se é passagem ou transporte local.
Voos mais buscados para a região: Voos São Paulo → Salvador · Voos São Paulo → Recife · Voos São Paulo → Fortaleza · Voos Rio de Janeiro → Maceió · Voos Salvador → Recife · Voos Recife → São Luís
Melhor época para viajar para o Nordeste
É importante se atentar às condições climáticas da região para planejar sua viagem. O regime de chuva do litoral leste (da Bahia ao Rio Grande do Norte) vai de abril a julho, enquanto o do litoral norte (Ceará, Piauí e Maranhão) vai de janeiro a abril, e o interior tem calendário próprio, mas em geral, a época de chuvas costuma ser de outubro a abril.
No Sertão e na Chapada Diamantina, as cachoeiras ficam cheias logo depois das chuvas, já na seca, as trilhas ficam mais fáceis e os poços mais transparentes. No Cariri e na Serra da Capivara, o calor de setembro a outubro, antes do início das chuvas, pode tornar a experiência mais cansativa.
Quanto custa viajar para o Nordeste
O custo varia mais pela época do que pelo destino. Carnaval, São João, julho e o fim do ano são os períodos mais caros, e a diferença de preço entre alta e baixa temporada costuma ser maior que a diferença entre uma capital e outra.
Entre as capitais, as mais em conta costumam ser Aracaju, João Pessoa e Teresina, que recebem menos turismo, as mais caras são Salvador e Fortaleza em alta temporada. Fora do litoral, o sertão e as chapadas costumam ser sempre mais baratos.
No transporte, a economia mais direta é o ônibus noturno nos trechos longos, que substitui uma diária em um hotel. Os preços de cada trajeto podem ser encontrados na página de Rota, dentro da Omio, onde você pode conferir valores e informações adicionais para a viagem.
Rotas populares no Nordeste
- Ônibus Salvador → Aracaju
- Ônibus Maceió → Recife
- Ônibus Recife → João Pessoa
- Ônibus João Pessoa → Natal
- Ônibus Natal → Fortaleza
- Ônibus Aracaju → Maceió
- Ônibus Recife → Caruaru
- Ônibus Maceió → Maragogi
- Ônibus Salvador → Lençóis
- Ônibus Fortaleza → Juazeiro do Norte
- Ônibus Teresina → Parnaíba
- Ônibus São Luís → Barreirinhas
- Voos São Paulo → Salvador
- Voos São Paulo → Recife
- Voos São Paulo → Fortaleza
- Voos Rio de Janeiro → Maceió
- Voos Salvador → Recife
- Voos Recife → São Luís
Depende do planejamento, de quanto das cidades você quer conhecer e de quais estados pretende visitar. Cinco dias bastam para um estado só, como Alagoas ou Ceará, com possibilidade de conhecer um pequeno espaço da região ou os principais pontos turísticos. Sete a dez dias permitem combinar duas capitais vizinhas com as praias entre elas, ou uma capital com alguma viagem ao interior. Para atravessar a região de ponta a ponta, o mínimo confortável é quinze dias, e ainda não seria suficiente para ver tudo! O Nordeste é gigante e há muita coisa para ser explorada, e apenas uma viagem não permitiria conhecer tudo ao máximo, exceto em viagens mais longas, de 1 a 2 meses.
Dá, e é assim que muitas pessoas fazem a costa entre Salvador e Natal, porque as capitais são próximas e as cidades de praia não têm aeroporto. Em trechos mais longos, como Recife para São Luís, o voo pode economizar dias inteiros de estrada.
Aracaju, João Pessoa e Teresina costumam ser as capitais mais em conta, porque recebem menos turismo e têm hospedagem mais barata o ano inteiro. Fora do litoral, o sertão e as chapadas saem ainda mais baratos. Mas o que mais pesa no bolso é a época do ano: viajar fora do Carnaval, do São João, de julho e do fim do ano faz mais diferença do que escolher um destino ou outro.
Depende da faixa da região. No litoral leste, da Bahia ao Rio Grande do Norte, os meses mais secos vão de setembro a janeiro. No litoral oeste, no Ceará, no Piauí e no Maranhão, o período seco é praticamente o inverso. Se você pretende visitar os Lençóis Maranhenses, as lagoas só se formam entre julho e setembro.
Muita coisa. Tem a Chapada Diamantina, com cachoeiras e grutas de água azul; os Lençóis Maranhenses, com dunas e lagoas; o Cânion do Xingó, percorrido de catamarã; a Serra da Capivara, com o maior conjunto de arte rupestre das Américas; as cidades coloniais de Salvador, Olinda, São Luís e Penedo; e o São João do interior, que em junho toma conta de estados inteiros. Além disso, há sempre cachoeiras, serras, trilhas, áreas de campinhg e pescaria, espaços culturais, templos e muitas outras atrações que podem ser encontradas procurando com antecedência ou enquanto se está visitando a cidade!
São nove: Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Maranhão. Juntos somam mais de três mil quilômetros de litoral, além de chapadas, o grande sertão nordestino e o vale do rio São Francisco.
Depende da região, locais turísticos ou dentro da praia terão valores mais caros, enquanto espaços mais afastados dessa região tendem a ter preços mais populares e voltados à população local. Sempre busque valores médios para ter uma noção e conseguir se organizar com antecedência e aproveitar ao máximo sua viagem!